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HÉRNIA E ESFORÇO FÍSICO: EXISTE REALMENTE UMA RELAÇÃO CAUSAL? COMO DEVEMOS ORIENTAR NOSSOS PACIENTES APÓS UMA CIRURGIA ABDOMINAL?

Uma das grandes dúvidas suscitadas por pacientes após a realização de uma cirurgia se refere ao tempo de afastamento de atividades físicas. Será que existe uma relação causal entre esforço físico e aparecimento de uma hérnia? Como devemos orientar nossos pacientes após uma cirurgia abdominal ou de correção de hérnias da parede abdominal/inguinocrural?

COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCÓPICA REALIZADA POR MÉDICOS RESIDENTES EM CIRURGIA GERAL AUMENTA O RISCO DO PROCEDIMENTO?

Nas últimas décadas, a comunidade cirúrgica tem debatido sobre o delicado equilíbrio entre a educação médica e a assistência ao paciente, seus riscos e custos. Dados da literatura científica em relação à morbimortalidade cirúrgica em procedimentos com participação de residentes são conflitantes. Além das questões relacionadas à segurança do paciente, existe a percepção comum de que o envolvimento do residente possa ter impacto econômico.

A era da Videolaparoscopia no Brasil

No dia 25 de julho de 1990, a revista Veja publicou nota sobre uma "cirurgia sem cortes" realizada no Hospital Albert Einstein em São Paulo, SP. Publicada uma semana após o dia da cirurgia (terça-feira, dia 17 de julho), a pequena nota descreve a primeira colecistectomia por videolaparoscopia realizada no país. A equipe foi composta pelo Dr. Thomas Szego, Dr. Caio Parente Barbosa, Dr. Sergio Roll, Dr. Eduardo Werebe e Dr. Juan Miguerez (anestesista).

O Despertar da era Videolaparoscópica

Em julho de 1990 foi realizada, no Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo, SP), a primeira "cirurgia sem cortes" no Brasil, uma colecistectomia por videolaparoscopia. Conduzida pela equipe chefiada pelo Dr. Thomas Szego, este procedimento cirúrgico histórico é considerado o marco inicial da era videolaparoscópica no Brasil.

O Despertar da era Videolaparoscópica

Em julho de 1990 foi realizada, no Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo, SP), a primeira "cirurgia sem cortes" no Brasil, uma colecistectomia por videolaparoscopia. Conduzida pela equipe chefiada pelo Dr. Thomas Szego, este procedimento cirúrgico histórico é considerado o marco inicial da era videolaparoscópica no Brasil.

COVID-19 X CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA

Definida a indicação cirúrgica, o status COVID-19 de cada paciente deve ser considerado antes de uma decisão sobre a técnica cirúrgica a ser utilizada. Todos os pacientes devem ser submetidos à triagem pré-operatória no dia da cirurgia que incluirá história clínica e exame físico. Questionar o paciente sobre sintomas gripais, viagens e exposição é muito importante. Testagem com testes de biologia molecular ou sorológicos é fundamental.

COVID-19 x VIDEOLAPAROSCOPIA

O COVID-19 está determinando alterações muito significativas na atuação dos profissionais. Isto se estende também para os procedimentos ditos minimamente invasivos, com uma preocupação especial aqueles realizados com o uso de gás (CO2), principalmente videolaparoscopias.

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