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INFLUÊNCIA DA AVIAÇÃO NO TREINAMENTO DOS CIRURGIÕES

Ambos os profissionais, piloto e cirurgião, tem muito em comum, como atenção, agilidade, sensibilidade, perspicácia e conhecimento. Em suas mãos reside a responsabilidade de preservar vidas, tanto no ar como em terra firme, e para tanto precisam de muito treinamento. Em breve depoimento, o major Ran Roner, da Força Aérea Israelense em Pressfield S., descreve a rotina nos ares.

CARREIRA CIRÚRGICA E A MATERNIDADE

Desde 2004 as mulheres são maioria nas escolas médicas, e desde 2009, a maioria em inscrições nos CRMs. No entanto, a simultaneidade do crescimento profissional com a formação de uma família afeta muito mais as mulheres do que os homens.

HÉRNIA E ESFORÇO FÍSICO: EXISTE REALMENTE UMA RELAÇÃO CAUSAL? COMO DEVEMOS ORIENTAR NOSSOS PACIENTES APÓS UMA CIRURGIA ABDOMINAL?

Uma das grandes dúvidas suscitadas por pacientes após a realização de uma cirurgia se refere ao tempo de afastamento de atividades físicas. Será que existe uma relação causal entre esforço físico e aparecimento de uma hérnia? Como devemos orientar nossos pacientes após uma cirurgia abdominal ou de correção de hérnias da parede abdominal/inguinocrural?

UTILIZAÇÃO DA HERNIOPLASTIA INGUINAL VIDEOENDOSCÓPICA NO SUS EXPRESSA O IMENSO CONTRASTE ENTRE OS SISTEMAS PÚBLICO E PRIVADO DE SAÚDE NO BRASIL

Fatores formacionais e econômicos são as principais razões dessa realidade no Brasil. As técnicas videoendoscópicas necessitam formação específica e possuem uma maior curva de aprendizado. Como a maior parte dos cirurgiões aprende técnicas durante o seu treinamento em programas de residência médica e como esses programas são desenvolvidos em hospitais do SUS, a quantidade de casos observados é pequena. Este fato não permite o estabelecimento de uma curva de aprendizado na técnica, o que deverá ocorrer após o término da residência, em pacientes privados e com investimentos complementares em treinamento.

APENDICECTOMIAS VIDEOLAPAROSCÓPICAS NO SUS E EM HOSPITAIS PRIVADOS: UM DESEQUILÍBRIO INJUSTIFICÁVEL

O mercado de trabalho, cada vez mais solicitante e competitivo, exige profissionais capazes de realizar procedimentos cirúrgicos de alta complexidade por técnicas minimamente invasivas, por isso cabe às entidades governamentais em diferentes níveis, como federal, estadual e municipal, sociedades de especialidades cirúrgicas, cirurgiões em posição de liderança e responsáveis pelo treinamento de novos profissionais, buscarem estratégias para a implementação definitiva das técnicas minimamente invasivas no SUS.

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