Por que é tão importante treinar antes de realizar o procedimento no paciente?

Avanços tecnológicos do século 21 tem grande impacto no desenvolvimento de dispositivos médicos que estão contribuindo para uma vida mais saudável, mas que trazem consigo um novo desafio: ensinar os médicos a usar essas tecnologias que frequentemente estão além das habilidades ensinadas nas faculdades de medicina. Por isso treinamento inadequado ou a falta dele pode fazer com que os pacientes sejam privados dos benefícios potenciais dessas tecnologias, gerando risco de serem prejudicados por dispositivos criados para beneficiá-los.

Pode o treinamento com realidade virtual ser tão eficiente quanto o treinamento na sala de operação?

Simuladores cirúrgicos com realidade virtual, surgiram como uma alternativa realista para o treinamento desses profissionais sem comprometer a segurança do paciente e respeitando o tempo de aprendizado de cada aluno, mas será que esse tipo de treinamento é tão eficiente quanto a prática supervisionada, baseada no “Vejo um, faço um e ensino um”, criada por William Halsted no início do século XX e que ainda serve de base para os atuais programas de residência?

O Despertar da era Videolaparoscópica

Em julho de 1990 foi realizada, no Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo, SP), a primeira "cirurgia sem cortes" no Brasil, uma colecistectomia por videolaparoscopia. Conduzida pela equipe chefiada pelo Dr. Thomas Szego, este procedimento cirúrgico histórico é considerado o marco inicial da era videolaparoscópica no Brasil.

"Novo normal" ou "de volta para o passado"?

O arrefecimento da pandemia de COVID-19 em grande parte dos países da Europa ocidental, estados americanos, assim como nas maiores cidades brasileiras traz a discussão o tema recorrente do “mundo pós-pandemia”. Como será o “novo normal”, questiona-se. Ou será que após um maior ou menor período, a pandemia e suas lições serão esquecidas e retornaremos a um patamar anterior a março de 2020?

A polêmica sobre o uso obrigatório de máscaras pela população

A base da prevenção do contágio da COVID-19 é o isolamento social de suspeitos, infectados e contratantes e o afastamento individual, com auxílio de barreiras, à transmissão de infectantes provenientes das vias aéreas. Neste sentido, a máscara tem um potencial preventivo relevante, principalmente em ambientes fechados onde se sabe que a contaminação é muito mais provável.

A saúde mental e a Covid-19 (parte II)

Em um dos nossos últimos “posts” do blog do Instituto Simutec abordamos o tema “saúde mental e a COVID-19”, com ênfase no prejuízo à saúde mental de uma população restrita em casa em função das táticas de mitigação determinadas pelas autoridades governamentais. Sobre isto, o MEDSCAPE publicou no último dia 28 de maio de 2020, o artigo “COVID-19: mortes por desespero podem chegar a 75.000 pessoas nos EUA” por Megan Brooks, editora do “centro de Informações sobre o novo Coronavírus SARS-CoV-2” da publicação.